“Um não sei quê, que nasce não sei onde,/Vem não sei como, e dói não sei porquê.” Luís de Camões

"Na dor lida sentem bem,/Não as duas que êle teve,/Mas só a que êles não têm." Fernando Pessoa

"Lividos astros,/Soidões lacustres.../Lemes e mastros.../E os alabastros/Dos balaustres!" Camilo Pessanha

"E eu estou feliz ainda./Mas faz-se tarde/e sei que é tempo de continuar." Helder Macedo

"Conchas, pedrinhas, pedacinhos de ossos..." Camilo Pessanha

“Vem, vagamente,/Vem, levemente,/Vem sozinha, solene, com as mãos caídas/Ao teu lado, vem” Álvaro de Campos

"Chove nela graça tanta/que dá graça à fermosura;/vai fermosa, e não segura." Luís de Camões

sábado, 10 de março de 2012

Coral sinfónico


           Com um percurso pessoal perfeitamente definido, que o transformou num "maverick" de Hollywood, Robert Altman é neste momento um dos "veteranos" do cinema americano.
           Com uma obra que apenas se define a partir de "MASH" (1970), que ele fez já com 45 anos (anteriormente trabalhara para o cinema e para a televisão), Altman manteve ao longo das últimas décadas do século passado uma actividade regular e meritória, com momentos particularmente felizes, como o mítico "Nashville" (1975), ou os seus grandes filmes dos anos noventa, "O Jogador"/"The Player" (1992), "Os Americanos"/"Short Cuts" (1993), baseado em short stories de Raymond Carver, e "Pronto-a- Vestir"/"Prêt-à-porter" (1994).